
Adequação de Máquinas à NR12
Notificação, auditoria de cliente ou quase-acidente: fazemos o ciclo inteiro até a máquina ficar defensável no papel.
64 equipamentos e serviços em 8 linhas. Todos desenvolvidos sob projeto, com ART e conformidade NR12.
A maior parte do que fabricamos nasce de um desafio específico do cliente. Conte o seu.

Notificação, auditoria de cliente ou quase-acidente: fazemos o ciclo inteiro até a máquina ficar defensável no papel.

Cilindro vazando e sem reposição à vista: fabricamos igual ao seu, pelo desenho ou pela peça, ou recuperamos o que você tem.

Eleva matriz, bobina e conjunto pesado sem talha e sem carga suspensa sobre a equipe — 20 toneladas apoiadas e travadas.

Ergonomia no posto sem quebrar o piso: a paleteira sobe o palete direto na mesa, sem fosso, rampa nem obra civil.

O operador não precisa mais se abaixar para pegar a carga: a mesa traz o palete até a altura das mãos dele.

Força hidráulica onde só existe bateria: aciona plataforma, implemento e basculante em 12V ou 24V, num conjunto compacto.

Para a doca que já existe e não comporta fosso: nivela a passagem até o caminhão com obra civil mínima.

Acaba o degrau entre o piso do armazém e o assoalho do caminhão: a empilhadeira entra e sai sem improviso.

Sem doca de concreto e com caminhão em qualquer ponto do pátio: a rampa é rebocada até onde ele parou.

Carga e descarga sem doca fixa e sem obra: um operador posiciona a rampa manual de até 2.500 kg.

Virar bobina com talha e cinta avaria a carga e arrisca a equipe: aqui ela gira 90° sempre apoiada no berço.

Equipamento projetado para tombar moldes, bobinas e ferramentais pesados com total segurança e operação simplificada.

Central de catálogo esquenta e perde força no fim do ciclo: esta é dimensionada pela pressão e pela vazão da sua máquina.
Prensa reprovada na NR12 e lenta na troca: dispositivo e proteção resolvem os dois sem trocar a máquina.

Move no botão o que hoje é empurrado no braço: slide out de motorhome, móvel e maca, com acionamento blindado IP67.

Comando obsoleto deixa a máquina refém de uma peça que não existe mais: trocamos por CLP, IHM e documentação.

Cada manobra empurra o caminhão contra a doca: o batente absorve o impacto que hoje racha a alvenaria.

Meio metro de caminhão andando derruba a empilhadeira no vão: o calço trava a roda antes de a carga começar.

Troca de matriz com talha e cinta para a prensa por horas: com o carro, a ferramenta entra alinhada em minutos.

Um operador em vez de dois: o comando sem fio deixa quem opera enxergar a carga em vez de ficar preso à botoeira.

Peça comprada por semelhança falha de novo em pouco tempo: aqui o componente é identificado antes de ser vendido.

Acoplamento improvisado come rolamento e vedação em meses: aqui motor e bomba vêm alinhados e testados em bancada.

Quando o corredor é estreito demais ou a carga não é um palete, o equipamento de linha não serve — este é projetado.

Despejar bin e caçamba na mão derrama produto e machuca coluna: aqui o basculamento é um ciclo controlado.

O palete de madeira ocupa cubagem e trava a exportação: esta estação passa a carga para slip sheet sem tocar caixa.

Bomba, cilindro e comando comprados soltos raramente combinam: aqui o conjunto do implemento sai dimensionado junto.

Pegar peça no fundo da caixa é a pior postura do turno: o inclinador traz o conteúdo até a mão do operador.

O kit chega e falta o que fixa: aletas, pinos e mangueiras na medida para instalar o carrega-tudo sem improviso.

Automatiza a rampa manual pelo comando de alavanca: menos tempo por carga e ninguém embaixo da plataforma.

A mesma rampa manual, agora pela botoeira: sobe e desce sem força e sem parar a operação a cada carga.

Rampa manual exige dois homens e força a cada carga: aqui ela sobe e desce pelo controle, com o operador fora dela.

Impede o pior acidente da doca: a niveladora só opera com o caminhão travado, e o veículo só sai depois da carga.

Bascular a caçamba deixa de exigir alguém preso ao comando: um cilindro de dupla ação e controle wireless.

Para a caçamba que um cilindro não levanta: dois cilindros de dupla ação e o mesmo comando wireless.

Substitui o pé de carreta manual: as patolas nivelam e estabilizam o canavieiro em qualquer terreno, pela botoeira.


O motorista não enxerga onde parar e a batida vem: sensor e sinalizador mostram o ponto exato pelo retrovisor.

É o documento que a fiscalização e o cliente pedem — e o que responde por você se acontecer um acidente.
Doca ou mesa parada trava o carregamento inteiro: preventiva programada e corretiva em campo, de qualquer marca.

Patolamento sem depender do motor do caminhão: central compacta que sobe e desce as patolas pela bateria.

Em área classificada o equipamento comum não entra: esta versão eleva sem gerar faísca onde há vapor, gás ou pó.

A peça está no chão do posto e a bancada não desce até ela: esta mesa pega a 210 mm e sobe a 720 mm.

Transporta 300 kg entre postos e ainda ajusta a altura na chegada — é carrinho e bancada regulável no mesmo equipamento.

Mesmo tampo e mesma altura da PTA300, com o dobro da carga: 500 kg para quando o serviço cresceu.

A peça de 750 kg que hoje espera a ponte rolante ficar livre: tampo de 1 metro e elevação a pedal.

Carga leve que precisa chegar alto: sobe 150 kg do chão até 1.260 mm, sem escada e sem banquinho.

Leva 350 kg até 1,3 metro de altura — a faixa em que a carga já é pesada e o destino já é alto.

Meia tonelada até 1,5 metro, com opção de sanfona fechando a tesoura onde circula gente.

A maior das manuais: 750 kg até 1,6 metro, com tampo de 1.200 × 610 mm para carga que não cabe nas outras.

O produto assenta e sobra vazio na embalagem: a vibração acomoda a carga e reduz embalagem, palete e frete.

Menos peça, menos ponto de vazamento: avanço e retorno saem da inversão do motor, sem válvula direcional no circuito.

Quando a máquina precisa de hidráulica, mas não de uma central inteira: acionamento 220V/380V no tamanho do dispositivo.

Carga no pátio ou em várias posições, sem doca construída: a rampa vai até onde o caminhão parou.

Na distribuição de GLP o vaivém dos botijões é onde a equipe se machuca: a plataforma faz esse percurso.

CNC parada esperando sanfona importada por dois meses: fabricamos a mesma peça aqui, pela medida ou pela amostra.

Sanfona comum fura no primeiro respingo: a face aluminizada segura cavaco quente e calor sem perder o fole.

É a peça que reprova a mesa na auditoria NR12: sem ela, a zona de esmagamento da tesoura fica acessível.

Guia e fuso contaminados perdem geometria, e o reparo custa muito mais do que o fole que faltava ali.

Grade com malha ou distância errada parece proteção, mas não é: as nossas seguem a distância de segurança normativa.

Estrutura boa, mas sem peça, sem precisão e sem NR12: recuperar essa máquina custa fração de uma nova.

Motorhome fora de nível estraga a viagem: quatro sapatas hidráulicas nivelam o veículo no botão, em qualquer terreno.

Trava o caminhão na doca mesmo onde não sobra espaço entre as posições — instalação embutida no piso.

Bomba e válvula que falham sempre costumam ter a mesma causa: óleo sujo. Este carrinho filtra sem parar a máquina.

Leva pressão até a máquina parada: aciona cilindro para desmontagem e testa atuador sem tirar o equipamento do lugar.