
Posicionador de Bobinas
Virar bobina com talha e cinta avaria a carga e arrisca a equipe: aqui ela gira 90° sempre apoiada no berço.
Tombadores, entornadores, empilhadeiras e automação industrial.
Esta linha reúne os equipamentos de movimentação e posicionamento que não cabem numa família só — o que eles têm em comum não é a forma, é o problema: pegar uma carga que está numa posição inconveniente e colocá-la na posição em que o trabalho acontece.
Quase todo item daqui nasceu de um pedido específico de cliente. É a linha onde "não achei pronto no mercado" é o começo mais comum de conversa.
Virar, tombar e entornar
O tombador e o entornador de caçambas resolvem o mesmo verbo com escalas diferentes: girar a carga para descarregar ou para apresentá-la ao operador na posição certa. O inclinador de caixas portátil faz isso na bancada, para que o operador não precise se curvar dentro da caixa para alcançar o fundo — que é uma das posturas que mais custam caro em lesão.
Posicionar
O posicionador de bobinas apresenta a bobina na posição de trabalho — deitada ou em pé — sem talha improvisada e sem carga pendurada.
O carro para set up de ferramentas é para troca de ferramental em prensa e injetora: aproxima, alinha e transfere a ferramenta no mesmo nível, encurtando o setup e tirando a operação do guincho.
Movimentar e transferir
A estação Push & Pull transfere carga paletizada horizontalmente, sem levantar. A empilhadeira e os acessórios para prensas completam o conjunto.
A mesa vibratória eletromecânica é o item fora do padrão da linha: ela acomoda e adensa material a granel em embalagem.
Automação industrial
Quando o equipamento precisa conversar com o resto da célula — sensor, intertravamento, sequência automática, integração com a máquina existente.
Como especificar o que não tem catálogo
Para equipamento sob projeto, a descrição da operação vale mais que a do equipamento. O que a engenharia precisa saber: o que é a carga (peso, dimensão, forma, se é rígida ou deformável), de onde ela vem e para onde vai, quantas vezes por hora, quem opera e de que lado, e que espaço existe — pé-direito, vão livre, piso.
Norma, ART e fabricação
Equipamento de movimentação é máquina e responde à NR-12. Projeto próprio, com ART e responsável técnico, e fabricação em Caxias do Sul.
Todos fabricados sob projeto, com ART e conformidade NR12. Clique no modelo para ver especificações e pedir orçamento.

Virar bobina com talha e cinta avaria a carga e arrisca a equipe: aqui ela gira 90° sempre apoiada no berço.

Equipamento projetado para tombar moldes, bobinas e ferramentais pesados com total segurança e operação simplificada.
Prensa reprovada na NR12 e lenta na troca: dispositivo e proteção resolvem os dois sem trocar a máquina.

Comando obsoleto deixa a máquina refém de uma peça que não existe mais: trocamos por CLP, IHM e documentação.

Troca de matriz com talha e cinta para a prensa por horas: com o carro, a ferramenta entra alinhada em minutos.

Quando o corredor é estreito demais ou a carga não é um palete, o equipamento de linha não serve — este é projetado.

Despejar bin e caçamba na mão derrama produto e machuca coluna: aqui o basculamento é um ciclo controlado.

O palete de madeira ocupa cubagem e trava a exportação: esta estação passa a carga para slip sheet sem tocar caixa.

Pegar peça no fundo da caixa é a pior postura do turno: o inclinador traz o conteúdo até a mão do operador.

O produto assenta e sobra vazio na embalagem: a vibração acomoda a carga e reduz embalagem, palete e frete.
Informe carga, curso e ciclo de trabalho. Nossa engenharia dimensiona e devolve uma proposta técnica.